Fim da escala 6x1 aprovada: veja como votaram os senadores de MG
Fotos de Carlos Viana (PSD), Cleitinho (Republicanos) e Renzo Braz (PP) Reprodução Os três senadores de Minas Gerais votaram a favor da Proposta de Emenda à...
Fotos de Carlos Viana (PSD), Cleitinho (Republicanos) e Renzo Braz (PP) Reprodução Os três senadores de Minas Gerais votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1, em dois turnos, nesta quarta-feira (14). A proposta foi aprovada pelo Senado e prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. Carlos Viana (PSD), Cleitinho (Republicanos) e Renzo Braz (PP) apoiaram a mudança nas duas votações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Tanto no primeiro quanto no segundo turno, a PEC recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e, com a conclusão da votação no Senado, segue para promulgação pelo Congresso Nacional. Agora no g1 Como votaram os senadores mineiros? Veja o posicionamento dos três representantes de Minas Gerais nas duas votações da proposta: Carlos Viana (PSD) Primeiro turno: sim Segundo turno: sim Cleitinho (Republicanos) Primeiro turno: sim Segundo turno: sim Renzo Braz (PP) Primeiro turno: sim Segundo turno: sim O que muda com o fim da escala 6x1? A PEC altera a Constituição Federal para substituir a escala de seis dias de trabalho e um de descanso por um modelo que garante dois dias de folga remunerada por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. O texto também estabelece uma redução gradual da jornada máxima de trabalho: Atualmente: até 44 horas semanais, com um dia de descanso. Dois meses após a promulgação: até 42 horas semanais, com dois dias de descanso. Um ano após a promulgação: até 40 horas semanais, com dois dias de descanso. A mudança não permite redução salarial em razão da diminuição da jornada. Como foi a votação no Senado? Para alterar a Constituição, a proposta precisava do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação. Nas duas votações, realizadas nesta quarta-feira (14), 75 senadores votaram a favor da proposta e apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) se posicionou contra. O senador Sergio Moro (PL-PR) registrou presença, mas não votou. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também não participou da votação nominal. A aprovação ocorreu após a adoção de um calendário especial que permitiu a realização das duas votações no mesmo dia.